A Nova Zelândia caiu para o Egito por 3 a 1 na Copa de 2026 e amarga a lanterna do Grupo G. O técnico Bazeley lamentou a derrota que custou um feito inédito ao país.
A Nova Zelândia enfrenta uma situação delicada no Grupo G da Copa do Mundo de 2026, ocupando a lanterna da chave após a derrota por 3 a 1 para o Egito, em um jogo realizado neste domingo.
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O técnico Darren Bazeley expressou sua frustração com o resultado, destacando a dor de ver a seleção egípcia comemorando no gramado em Vancouver. Para Bazeley, uma vitória seria inédita para a Nova Zelândia em Copas do Mundo e a equipe poderia ter conquistado esse feito.
“Todo mundo está cabisbaixo, frustrado. Quando você vê o time do Egito festejar no campo dessa maneira, você imagina que poderia ser você. Dói ver o outro time celebrando. Poderíamos ter ganhado. Ter a primeira vitória na Copa do Mundo. Já se vão dois jogos, abrimos o placar e ficamos para trás”, afirmou o treinador, ressaltando a necessidade de aprender com a situação.
Bazeley também comentou sobre a performance da equipe durante o jogo. Ele destacou que o primeiro tempo foi promissor, com a Nova Zelândia abrindo o placar e dominando a partida, mas que no segundo tempo a equipe não conseguiu manter o ritmo e acabou permitindo a virada do adversário.
“É frustrante. Nós jogamos muito bem no primeiro tempo, fizemos um gol, geramos chances, dominamos o jogo. Mas começaram a avançar em nós e no segundo tempo não pudemos reconstruir o ritmo, o ímpeto. O Egito teve outro ritmo, jogaram muito bem. É frustrante perder um jogo dessa maneira”, completou.
Com a tabela do Grupo G ainda indefinida, a Nova Zelândia mantém esperanças de avançar à próxima fase da competição. Para isso, precisará vencer a Bélgica no próximo sábado, 27 de junho, às 0h (horário de Brasília).
“Nós temos um jogo ainda, que é contra um bom time como o da Bélgica. Sabemos o que precisamos fazer para passar de fase: vencer. Vamos pegar o melhor que fizemos nos dois jogos para avançar”, disse Bazeley, que ainda analisou os aspectos que levaram à derrota contra o Egito.
O treinador da Nova Zelândia também comentou sobre as falhas da equipe na virada e a importância de não desperdiçar oportunidades. Ele disse que os momentos decisivos do jogo foram dolorosos e que a defesa poderia ter sido mais eficaz em determinados lances.
“Faltou controle. Todo jogo é diferente, porque cada um tem uma posição distinta. Nós analisamos o Egito de várias maneiras. Começamos com muita contundência e fizemos. Cada minuto conta. Não podemos desperdiçar 30 segundos e nem um minuto, é preciso estar à altura, se não é castigado”, finalizou.


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