Em balanço do 2º trimestre de 2026, o clube detalhou que o investimento em Lucas Paquetá alcançou R$ 315,7 milhões e virou o maior da história rubro-negra. O valor inclui direitos federativos, luvas e intermediação.
O Flamengo anunciou, na noite de sexta-feira, os detalhes financeiros de sua contratação mais cara até o momento: Lucas Paquetá. O meia, que custou R$ 315,669 milhões, inclui na soma a aquisição dos direitos federativos, luvas e intermediação. Com isso, Paquetá reforça seu status como a transferência mais significativa da história do clube rubro-negro.
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Os números apresentados no balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 mostram que o investimento do Flamengo nesta janela foi o maior já realizado pelo clube. A divisão dos custos de Paquetá é composta por R$ 299,059 milhões referentes aos direitos federativos e luvas, além de R$ 16,610 milhões em taxas de intermediação.
Com essa transação, Paquetá superou Samuel Lino, que havia sido adquirido por R$ 203,001 milhões, e se destacou entre as transferências mais caras, que incluem ainda Carlos Alcaraz (R$ 125,443 milhões), Pedro (R$ 112,418 milhões) e De la Cruz (R$ 102,074 milhões).
Paquetá, que está se recuperando de uma lesão sofrida durante a Copa do Mundo com a seleção brasileira, aguarda ansiosamente para voltar a campo na partida contra o Vitória, marcada para o próximo dia 9. Em 2026, o meio-campista já participou de 24 jogos e balançou as redes em oito ocasiões.
Veja as contratações mais caras da história do Flamengo:
Você pode gostarPatrocinado · MGID- Lucas Paquetá (2026): R$ 315,669 milhões (R$ 299,059 milhões em direitos e luvas e R$ 16,610 milhões em intermediação)
- Samuel Lino (2025): R$ 203,001 milhões (R$ 190,897 milhões em direitos e luvas e R$ 12,104 milhões em intermediação)
- Carlos Alcaraz (2024): R$ 125,443 milhões (R$ 112,334 milhões em direitos e luvas e R$ 13,109 milhões em intermediação)
- Pedro (2020): R$ 112,418 milhões (R$ 102,641 milhões em direitos e luvas e R$ 9,777 milhões em intermediação)
- De la Cruz (2023): R$ 102,074 milhões (R$ 92 milhões em direitos e luvas e R$ 9 milhões de intermediação)
No mesmo balanço, o Flamengo reportou que sua dívida líquida com atletas encerrou o segundo trimestre de 2026 em R$ 304 milhões, uma redução em relação aos R$ 393,9 milhões do primeiro semestre. Essa diminuição é atribuída aos pagamentos feitos e vendas realizadas durante o período.
A receita bruta gerada pela movimentação de atletas alcançou R$ 106,9 milhões no primeiro semestre, quase o dobro dos R$ 54,5 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior. O mês de junho foi encerrado com um caixa livre consolidado de R$ 127,8 milhões, sendo que R$ 89,8 milhões estavam sob gestão direta do Flamengo.
O endividamento operacional líquido (EOL) também apresentou queda, encerrando o período em R$ 280,2 milhões, resultando em uma diminuição de R$ 207,9 milhões em relação ao pico registrado em 31 de março deste ano.



