O treinador Steve Clarke demonstrou confiança na classificação da Escócia à fase eliminatória da Copa do Mundo de 2026, sorteada nesta quinta-feira (5). A seleção britânica caiu no mesmo grupo do Brasil — adversário histórico em edições anteriores do torneio.
“Temos time para avançar”, resumiu o técnico após o evento. Ele destacou a experiência internacional de nomes como Andrew Robertson e Scott McTominay para sustentar a expectativa de chegar às oitavas de final, algo que nunca aconteceu mesmo em épocas com craques como Kenny Dalglish e Graeme Souness.
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Respeito a Ancelotti e ao Brasil
Questionado sobre o reencontro com Carlo Ancelotti, agora à frente da seleção brasileira, Clarke elogiou o colega: “Carlo é um treinador renomado, com uma carreira fantástica e muitos títulos”. O escocês classificou o Brasil como “instituição” do futebol mundial e afirmou que enfrentar a equipe verde-amarela “é sempre um prazer”.
Estratégia para o grupo
A partida contra o Brasil será o terceiro compromisso da Escócia na fase de grupos. O comandante espera chegar ao duelo já com pontos somados: “Espero que tenhamos alguns pontos antes de jogá-los. Será sempre difícil, mas temos um bom time”.
Ausente de Copas desde 1998, a seleção escocesa pretende aproveitar a oportunidade. “Demoramos muito para voltar. Estamos determinados a fazer bem”, disse Clarke, convicto de que os brasileiros estarão preparados como de costume quando o torneio começar no verão de 2026.
Definição de sede de treinamento
Clarke explicou que a comissão técnica só iniciará o planejamento logístico a partir do sorteio. Segundo ele, a Escócia não tinha como reservar centro de treinamento com antecedência: “Precisávamos saber onde jogaríamos antes de decidir nossa base”.
No encerramento, o treinador reforçou que a prioridade é aproveitar o elenco atual e quebrar o tabu de nunca ter chegado às oitavas de final do Mundial.


