O River Plate abriu os cofres nas duas janelas de transferências de 2024 e já gastou cerca de 52,5 milhões de euros (R$ 329,5 milhões) em contratações, montante superior aos R$ 277 milhões desembolsados pelo Flamengo no mesmo período.
Comandado por Marcelo Gallardo, o clube de Buenos Aires enfrenta o Palmeiras nesta quarta-feira, 17, pelas quartas de final da Libertadores, carregando o status de equipe argentina mais ativa no mercado em meio à crise econômica que atinge o país.
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Entre os principais reforços do River estão o volante Kevin Castaño (R$ 79 milhões) e os centroavantes Sebastián Driussi (R$ 61 milhões) e Maximiliano Salas (R$ 50,36 milhões). Parte das aquisições foi pensada para a disputa do Mundial de Clubes, que neste ano ocorre nos Estados Unidos.
Do lado rubro-negro, mesmo com as chegadas de Samuel Lino, Emerson Royal e Saúl, o primeiro ano da gestão de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, ficou em R$ 277 milhões investidos.
Na Argentina, a realidade financeira dos clubes difere da brasileira. Além do River, apenas o Boca Juniors foge à regra: destinou 34 milhões de euros (R$ 217,2 milhões) a reforços. A maior parte das outras equipes recorre a negócios de baixo custo ou à contratação de atletas sem vínculo.
O poder de compra do River foi impulsionado pela venda da promessa Franco Mastantuono ao Real Madrid por 63,2 milhões de euros (R$ 396,5 milhões). Ainda assim, o volume investido fica abaixo dos brasileiros Palmeiras (R$ 702 milhões) e Botafogo (R$ 665 milhões) em 2025, beneficiados por patrocínios robustos e premiações do Mundial.
Até o momento, nenhuma contratação dos argentinos supera os valores pagos pelo Palmeiras por Vitor Roque (R$ 155 milhões) e Paulinho (R$ 114 milhões). No mês passado, a presidente alviverde Leila Pereira fechou ainda com Andreas Pereira, do Fulham, por R$ 63 milhões, reforço que pode aparecer no duelo no Monumental de Núñez.

