O ex-meio-campista afirmou que o clube em Old Trafford precisa investir em estrelas consolidadas para voltar a disputar títulos. Ele criticou a política atual de contratações e defendeu nomes de peso.
O ex-meio-campista Anderson afirmou que o Manchester United precisa apostar em contratações de peso para voltar a disputar títulos da Premier League e citou Vinícius Júnior, do Real Madrid, como exemplo do perfil de jogador necessário no Old Trafford. O brasileiro criticou a atual política de aquisições do clube e defendeu a contratação de nomes consagrados para acelerar a recuperação esportiva.
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“Acho que o Manchester precisa comprar jogadores com nome, como Vinícius Júnior. Por que não assinar com esses tipos de atletas? Grandes nomes. Por que não trazer um? No futebol, você sempre precisa ter grandes jogadores. Quando o problema aparecer, aquele vai resolver.”
Anderson também usou o Chelsea como referência do que, na sua avaliação, não deve ser seguido. Segundo ele, o modelo que prioriza exclusivamente jovens apostas pode demorar a entregar resultados e já consumiu alto investimento sem retorno imediato.
“Você precisa ter grandes nomes no clube. Não pode só comprar jovem, como o Chelsea, que começou e não tem resultado. Pode ser que daqui a quatro, cinco anos dê resultado. Agora, compraram próximo de um bilhão e o que o Chelsea tem? Você precisa de grandes jogadores. O Manchester tem o nome para trazer as melhores estrelas do mundo.”
Na última janela de transferências, o Manchester United concentrou suas aquisições no meio-campo, contratando Andrey Santos, Youri Tielemans e Carlos Baleba. Baleba foi a contratação mais cara, cerca de 83 milhões de libras (aproximadamente R$ 573 milhões na cotação citada).
Apesar dos investimentos, o clube ocupava a 12ª posição na Premier League após cinco rodadas e foi eliminado precocemente da Copa da Liga Inglesa pelo Brighton. O desempenho atual é usado como referência na argumentação de que nomes de destaque seriam necessários para resolver problemas imediatos em campo.
O texto recorda também o período pós-aposentadoria de Sir Alex Ferguson, quando o clube registrou compras de valores recordes. Entre os números citados estão Paul Pogba, vindo da Juventus em 2016 por cerca de 108 milhões de libras (R$ 745 milhões); Antony, comprado do Ajax em 2022 por 97 milhões de libras (R$ 669 milhões), que deixou o clube em 2025 para o Real Betis; Harry Maguire, contratado do Leicester por 90 milhões de libras (R$ 621 milhões), e outras aquisições de alto custo como Jadon Sancho (88 milhões de libras, R$ 607 milhões) e Romelu Lukaku (87 milhões de libras, R$ 600 milhões), com histórico de 42 gols em 96 jogos antes de seguir para a Inter.
O posicionamento de Anderson coloca a ênfase na contratação de referências consolidadas como caminho para acelerar a reconstrução esportiva do Manchester United, diante de um elenco que passou por várias reformulações e investimentos elevados sem alcançar a regularidade desejada.
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