Aos 25 minutos do 1º tempo houve aplicação de cartão amarelo a Marçal, lateral-esquerdo do Botafogo, na partida contra o Palmeiras disputada no estádio Nilton Santos. O lance aconteceu pouco antes, aos 23 minutos, quando Marçal cometeu falta na entrada da área em Andreas Pereira, que estava em condição de ficar livre para finalizar.
Na avaliação de PC de Oliveira, comentarista de arbitragem, o comportamento do atleta deveria ter resultado em expulsão com cartão vermelho, e não apenas em advertência. A análise do especialista ressaltou a gravidade da infração no contexto do lance que favorecia uma situação clara de finalização para o time adversário.
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A reação de Abel Ferreira no lance
Abel Ferreira estava na beira do campo acompanhando o episódio. Andreas Pereira e outros jogadores do Palmeiras reclamaram em busca da aplicação do cartão vermelho. A reclamação se deu de forma imediata após a falta, na tentativa de convencer a arbitragem a rever o entendimento sobre a intensidade e as consequências do lance.
O árbitro da partida, Rodrigo José Pereira de Lima, ouviu pela comunicação a avaliação do árbitro de vídeo (VAR), que nesta partida foi comandado por Gilberto Rodrigues Castro Junior. Após a comunicação com o VAR, Rodrigo José Pereira de Lima optou por não descer ao monitor para rever o lance diretamente e, em seguida, autorizou a cobrança da falta, mantendo a aplicação do cartão amarelo a Marçal.
O debate sobre os critérios de arbitragem
O episódio voltou a colocar em pauta a interpretação dos critérios disciplinares em lances disputados na entrada da área, especialmente quando há potencial de finalização livre para o jogador atingido. A divergência entre a decisão do árbitro em campo e a avaliação de especialistas de arbitragem motivou debates sobre a necessidade de revisão imediata do lance por meio do monitor do VAR.
O registro do momento foi exibido em vídeo, e a reprodução do lance permitiu diferentes leituras sobre a intensidade da falta e sobre a proporcionalidade da punição aplicada. A partida seguiu após a cobrança da falta, com o cartão amarelo registrado a Marçal como a sanção definitiva do episódio pelo trio de arbitragem em campo.



