A Chapecoense sondou Thiago Carpini para comandar a equipe na temporada de 2026, mas a tentativa esbarrou em dois obstáculos: a multa rescisória prevista no contrato do treinador com o Fortaleza e o desejo do próprio profissional de permanecer no clube cearense.
O interesse surgiu após a demissão de Gilmar Dal Pozzo. De acordo com apurações divulgadas por ESPN e Diário do Nordeste, a diretoria catarinense fez consultas sobre as condições para contar com Carpini, mas recuou ao se deparar com o valor da cláusula de saída, classificado como milionário e fora do alcance financeiro do time de Chapecó.
📖 Leia Também
Contrato garante proteção ao Fortaleza
Carpini tem vínculo com o Fortaleza até dezembro de 2026. O período longo de contrato oferece segurança jurídica ao clube, que não precisa negociar a liberação do treinador sem o pagamento integral da penalidade prevista.
Técnico reafirma permanência
Mesmo diante do início instável do time na Série B, o técnico comunicou à diretoria tricolor que pretende seguir no projeto de buscar o acesso à Série A. O profissional voltou suas atenções para o próximo compromisso, contra o Juventude, marcado para este sábado, 4, após o empate com o Cuiabá.


Imagem: Internet
