A craque do futsal Amandinha recebeu título de cidadã catarinense da Alesc e se emocionou. Ela confessou que a homenagem a surpreendeu e definiu o momento como uma das maiores conquistas da carreira.
A jogadora Amandinha, considerada a melhor do mundo no futsal por oito vezes, recebeu o título de cidadã catarinense, uma homenagem concedida por unanimidade pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
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Emocionada com a condecoração, Amandinha declarou:
“Considero essa homenagem uma das maiores conquistas da minha trajetória, dentro e fora das quadras.”
Ela ainda revelou que a notícia a pegou de surpresa e trouxe uma alegria imensa.
“Recebi essa notícia com muita surpresa e com uma alegria enorme. Não era algo que eu esperava, e foi uma felicidade sem tamanho, para mim e para a minha família, que sabe o quanto sempre fui feliz em Santa Catarina e o quanto as pessoas sempre me acolheram da melhor forma.”
A atleta reforçou que o título é um reconhecimento de um vínculo que já existe em seu coração.
“Eu sempre disse às pessoas que me considerava catarinense, e poder confirmar isso é motivo de muito orgulho. Santa Catarina me deu tudo. Só cheguei tão longe no esporte e na vida porque encontrei muito apoio neste estado. Eu me sinto em casa.”
Você pode gostarPatrocinado · MGIDAmandinha, natural de Fortaleza, mudou-se para Santa Catarina em 2011 para jogar pelo Barateiro, de Brusque, onde permaneceu por sete temporadas. Depois, defendeu o Leoas da Serra, de Lages, por cinco temporadas. Estes clubes catarinenses foram os únicos em que a jogadora atuou no Brasil. Atualmente, Amandinha joga pelo Torreblanca, na Espanha, onde se transferiu na temporada 2021/22.
Apesar de viver na Europa, a atleta mantém um forte laço com Santa Catarina, onde parte de sua família continua residindo.
“Não é por acaso que parte da minha família vive em Lages. Eles permaneceram lá porque Santa Catarina se tornou, de fato, a minha casa. Foi um estado que mudou a minha vida.”
A homenagem a Amandinha é um reconhecimento não apenas pela sua trajetória esportiva, mas também pela sua conexão afetiva com o estado e seu impacto no futsal catarinense.



