Campinas, SP, 31 – A falta de conhecimento sobre futebol por parte dos dirigentes do Guarani se reflete em contratações que têm se mostrado problemáticas. Um exemplo recente é a contratação do meia Diego Torres, que, ao ser contratado com um salário de R$ 130 mil, já havia sido alertado sobre sua performance aquém do esperado, especialmente se comparado ao jogador que atuou no CSA durante 2021 e 2022.
A situação se agrava quando se consideram outras contratações mal planejadas, como a do volante Ralf, que estava se desligando do Vila Nova, de Goiás. O histórico do atleta no clube, com apenas quatro jogos em sete meses, já indicava que a contratação seria um erro. A contratação de um jogador de 41 anos não se justificava, e a falta de um olhar mais crítico por parte dos cartolas do Guarani resultou em mais uma decepção.
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Os dirigentes do Guarani, ao ignorarem as evidências, parecem ter se deixado levar por promessas vazias de executivos, empresários e treinadores. A saída de Ralf do clube, anunciada como um acordo, levanta questionamentos sobre a veracidade desse entendimento, especialmente considerando o salário alto que o atleta recebia.
Outro jogador que gerou expectativa, o zagueiro Rafael Donato, também não correspondeu às expectativas. Embora tenha sido um jogador respeitável no passado, sua passagem pelo Novorizontino não foi suficiente para garantir que ele ainda tivesse o mesmo desempenho que demonstrou em seus tempos no Vila Nova.
A solução para o Guarani, segundo análises recentes, seria a implementação de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), que poderia trazer profissionais com mais conhecimento e experiência no ramo para gerir o clube. É fundamental que os atuais dirigentes entreguem a gestão do futebol a quem realmente entende do assunto, permitindo que o Guarani tenha um futuro mais promissor.



