A eliminação da Itália da Copa do Mundo de 2026 ganhou contornos ainda mais turbulentos após vir à tona um impasse financeiro nos dias que antecederam o duelo decisivo contra a Bósnia e Herzegovina.
Quem pediu o quê
Segundo o jornal italiano La Repubblica, jogadores da seleção solicitaram um prêmio coletivo de aproximadamente € 300 mil pela classificação ao Mundial. Dividido entre os 30 convocados, o valor renderia cerca de € 10 mil a cada atleta.
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Reação imediata de Gattuso
O então técnico Gennaro Gattuso barrou a proposta assim que foi informado, afirmando que qualquer recompensa deveria vir somente após a concretização do objetivo. A negativa encerrou negociações, mas escancarou o clima de tensão às vésperas da partida.
Derrota nos pênaltis e consequências
No campo, a Itália não superou a Bósnia e acabou eliminada nos pênaltis, confirmando a terceira ausência consecutiva do país em Copas do Mundo. O revés acelerou mudanças internas: o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou, e Gianluigi Buffon deixou o cargo que ocupava na delegação. Gattuso também decidiu não permanecer no comando técnico.

Imagem: ficar fora de mais uma Copa
Pressão interna e externa
A divulgação do pedido de bônus intensificou críticas de torcedores e da imprensa sobre comprometimento e foco do elenco. A federação agora precisa definir um novo treinador e reestruturar o plantel para próximos compromissos, como a Liga das Nações, em meio a um ambiente de incerteza.
