Camisa 10 da Seleção Brasileira e capitão após a saída de Casemiro, Vinicius Júnior deixou o gramado do Gillette Stadium, em Boston (EUA), sob críticas pela exibição na derrota de 1 a 0 para a França, no sábado (28/3/2026). Apesar da partida apagada, o atacante segue com respaldo total do técnico Carlo Ancelotti.
Desempenho abaixo do esperado
Considerado peça-chave do ciclo rumo à Copa do Mundo de 2026, Vini Jr. teve números fracos diante dos franceses: 18 posses de bola perdidas, dois dribles certos em seis tentativas, dois domínios errados e índice de passes errados próximo de 30% (22 acertos em 28). Mesmo assim, o treinador italiano não realizou sua substituição, mexendo apenas nos demais atletas do setor ofensivo.
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Confiança declarada
Em entrevista coletiva após a partida, Ancelotti minimizou a atuação do atacante: “Vini é perigoso, pode não ter marcado, mas um atacante sempre pode marcar”, afirmou. O técnico vê o jogador do Real Madrid como principal esperança de protagonismo do Brasil no Mundial.
Quase empate nos acréscimos
No último lance do confronto, Vini teve chance de empatar. Bremer cruzou, a bola passou por Igor Thiago e sobrou na pequena área para o capitão, que finalizou de direita para fora.
Números pela Seleção
Com oito gols e seis assistências em 46 partidas pelo Brasil, o atacante já admitiu incômodo por não repetir o desempenho que apresenta no clube espanhol. A parceria com Ancelotti, porém, tem alimentado expectativa de evolução.


Imagem: Internet
Próximo compromisso
A Seleção volta a campo na terça-feira (31/3), também nos Estados Unidos, para enfrentar a Croácia. A partida será nova oportunidade para Vinicius Júnior retomar o protagonismo antes da reta final de preparação para a Copa.

