Uma trend recria dez medalhistas brasileiros de Paris 2024 com visual e roupas típicas dos anos 80. Cabelos volumosos, ombreiras e cores neon transformam campeões e destaques da equipe.
Que tal voltar no tempo e imaginar alguns dos maiores nomes do esporte brasileiro como se tivessem vivido o auge da carreira nos anos 1980? Uma trend transformou dez medalhistas brasileiros dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 em versões inspiradas na estética da década, com cabelos volumosos, roupas típicas da época e uma paleta de cores vibrantes e brilhantes.
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O resultado reúne campeões olímpicos, medalhistas e nomes que marcaram a campanha histórica do Brasil na capital francesa. A proposta mistura elementos visuais característicos dos anos 80 — como ombreiras, tecidos metalizados e penteados com volume — com imagens atuais dos atletas, criando arquivos visuais que pretendem resgatar uma estética retrô aplicada ao universo esportivo contemporâneo.
Além do apelo estético, a série de imagens provoca uma leitura curiosa sobre como ídolos modernos seriam percebidos se tivessem competido em outra época, seja pela moda, pela postura ou pelo contexto cultural. A iniciativa inclui atletas de modalidades diversas, do atletismo ao surfe, passando pelo vôlei e canoagem, destacando a pluralidade da delegação brasileira em Paris 2024.
Atletas retratados na estética anos 80
- Rebeca Andrade
- Beatriz Souza
- Caio Bonfim
- Rayssa Leal
- Gabriel Medina
- Alison dos Santos (Piu)
- Isaquias Queiroz
- Gabi Guimarães
- Duda e Ana Patrícia
- Italo Ferreira
As imagens funcionam como exercício de criatividade visual e também como homenagem aos atletas que ajudaram a construir a presença do Brasil em Paris. A escolha dos nomes reforça a diversidade de modalidades em que o país conquistou medalhas e visibilidade global, reunindo ginástica, judô, atletismo, surfe, canoagem e vôlei.
Para quem acompanha as redes sociais, a tendência está alinhada a formatos recorrentes que revisitam períodos históricos por meio de filtros e edições que remetem a fotografias analógicas, videocassetes e elementos gráficos típicos da época. A versão anos 80 dos atletas se insere nesse movimento e vem sendo compartilhada por torcedores e consumidores de conteúdo esportivo.
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O material serve tanto como entretenimento quanto como ponte entre diferentes gerações de fãs, permitindo imaginar cenários alternativos para conquistas recentes. A proposta reafirma o poder das imagens na construção da memória esportiva e na maneira como os atletas são celebrados fora das arenas.


