A vitória do Guarani sobre o Velo Clube, em Rio Claro, pelo Campeonato Paulista, rendeu críticas de torcedores que perceberam pouca criação ofensiva e dependência de lances isolados. O bugrino Luiz Otto Heimel, participante frequente nos comentários do “Blog do Ari”, destacou que, apesar dos três pontos, o time apresentou falhas de compactação e precisa evoluir.
O goleiro Caíque França foi apontado como decisivo; segundo o torcedor, sem suas defesas o resultado poderia ter sido outro. O gol bugrino saiu em cobrança de pênalti, única chance efetiva criada pelo ataque.
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Mudanças sugeridas
A análise indica a necessidade de povoar o meio-campo para melhorar a conexão entre defesa e ataque. O meia Isaque, considerado imprevisível, some quando bem marcado. Há, portanto, cobrança por outro armador – mas não o argentino Diego Torres, citado como opção pouco indicada.
Nas laterais, a equipe tem improvisado Raphael Rodrigues (zagueiro) pela direita e visto oscilações de Emerson Barbosa pela esquerda. Essa formação resulta em afastamento entre setores e abusos de lançamentos longos, buscando principalmente o velocista Mirandinha.
Setor ofensivo
Pelo lado oposto, Guilherme Parede ainda não rendeu o esperado, e o centroavante Maranhão pouco participa sem passes qualificados. A torcida cobra melhor desempenho dos dois reforços.
Parte defensiva em alta
O ponto positivo ficou com o sistema defensivo. A dupla de zaga Maurício Antônio e Jonathan Costa, além dos volantes Willian Farias e Nathan Melo, foi elogiada pela combatividade e pelo posicionamento.
Próximos desafios
A expectativa é que o Guarani não sofra com risco de rebaixamento no Paulistão. Contudo, para a Série C do Brasileiro, cuja largada está prevista para abril, o entendimento é de que o clube necessita de um meia com capacidade de conduzir a bola em velocidade e aproximar o ataque da área adversária.

