A eliminação da seleção da Nigéria na repescagem africana para a Copa do Mundo de 2026 ganhou contornos inusitados no último domingo (17). Após a derrota para a República do Congo nos pênaltis por 4 a 3, depois do empate por 1 a 1 no tempo normal, o técnico nigeriano Eric Chelle acusou um integrante da comissão técnica adversária de realizar um ritual de vudu durante a disputa das penalidades.
Acusação na zona mista
Na área reservada à imprensa, Chelle afirmou que viu um membro da equipe congolesa “sacudindo uma garrafa com um líquido misterioso” junto ao banco de reservas. “O cara do Congo fez algum tipo de vudu. Ele agitava a água, ou seja lá o que fosse”, declarou, explicando que a cena o deixou irritado a ponto de se dirigir de forma mais enérgica à área técnica rival.
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Resumo da partida
Os nigerianos abriram o placar com Frank Onyeka, mas Mechak Elia igualou para o Congo ainda no primeiro tempo. No intervalo, Victor Osimhen, atacante do Galatasaray, deixou o campo lesionado, e Ademola Lookman, da Atalanta, foi substituído na etapa final.
Com o empate persistindo, a vaga foi definida nos pênaltis. Os congoleses converteram quatro cobranças, contra três da Nigéria, e avançaram para a fase seguinte da repescagem intercontinental, marcada para março.
Ausência em Mundiais consecutivos
Com o resultado, a Nigéria fica fora da Copa do Mundo pela segunda edição consecutiva, mesmo dispondo de atletas de destaque em grandes ligas europeias.

