Técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, responde a processo no STJD após novo amarelo e atos na beira do campo: tentativa de invasão, xingamentos e chute em microfone. Reincidência (36+ cartões) eleva risco de punição.
Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, levou mais um cartão amarelo e agora deverá ser julgado pelo STJD da CBF. O treinador já acumulou mais de 36 cartões amarelos e alguns cartões vermelhos nos últimos anos, o que o configura como reincidente e aumenta a possibilidade de punições mais severas no próximo julgamento.
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Durante a partida, Abel tentou invadir o campo de jogo, xingou árbitros e bandeirinhas e, em seguida, deu um pontapé em um microfone de uma emissora de TV que transmitia ou gravava o jogo. Esses atos motivaram a abertura do processo disciplinar que será analisado pelo tribunal esportivo.
CONMEBOL aplicou multa a Abel Ferreira, em decisão que consta nos registros sobre o episódio. Na última vez em que foi punido pelo tribunal, ele já havia recebido uma sanção considerada rigorosa para os padrões da corte disciplinar, justamente por tratar-se de reincidência.
Com a nova ocorrência, a expectativa é de que a pena seja ampliada. A possibilidade de uma suspensão superior às anteriores é mencionada no contexto das regras disciplinares, já que o histórico de advertências e expulsões tende a agravar a dosimetria da pena.
O treinador foi apontado no texto original como o primeiro técnico que é expulso no futebol brasileiro e, mesmo após punições anteriores, manteve comportamentos considerados inadequados à beira do campo. A matéria observa ainda que, apesar das sanções periódicas, Abel não teria alterado sua postura durante as partidas.
Em outro trecho do texto original há uma frase em tom crítico sobre a conduta do treinador:
“Faltam alguns parafusos na cabeça de Abel”
A reportagem também registrou que, internamente, no clube, o técnico recebe apoio. Da presidente Leila Pereira até assessores de campo, segundo o conteúdo, há apoio público às manifestações do treinador à beira do gramado. Esse apoio institucional é mencionado como um fator que complica a avaliação disciplinar externa.
O texto conclui apontando que, se o STJD não adotar uma punição mais rigorosa do que as aplicadas anteriormente, o treinador poderá manter comportamento de confronto com a arbitragem e até escalar para atos mais graves, segundo a linha de argumentação do autor. Ao final, é feita uma interrogação retórica sobre a gravidade futura das ações do treinador.

