Ex-Botafogo é apontado como o jogador com menos minutos no elenco e virou a principal opção de venda para aliviar a folha salarial. “Se ninguém sair, ninguém entra”, diz jornalista espanhol.
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O ano de 2026 começou com sinal de alerta financeiro no Atlético de Madrid. Com a margem para investimentos praticamente zerada, o clube espanhol vive um dilema nesta janela de transferências: precisa vender urgentemente para conseguir contratar. E o nome escolhido para ser a “moeda de troca” é o do argentino Thiago Almada.
Segundo informações do jornalista Pedro Fullana, da Cadena SER, o clube “hipotecou” quase todo seu espaço salarial no verão passado e agora sofre com as limitações. Mesmo com as saídas de Carlos Martín e Javi Galán, o alívio na folha foi irrelevante, pois eram salários baixos.
“Se ninguém sair, ninguém entra”, resumiu o jornalista sobre a situação dos Colchoneros.
Por que Almada?
Thiago Almada, que chegou à Europa com grande expectativa após brilhar no Botafogo e ter uma passagem pelo Lyon, não conseguiu se firmar sob o comando de Diego Simeone. Atualmente, ele é o jogador com menos minutos em campo no elenco.
Além da falta de espaço, o setor onde atua (meio-campo ofensivo/ponta) sofre com “overbooking”, ou seja, excesso de opções. Por isso, a diretoria optou por colocá-lo na vitrine.
“O foco se colocou em Almada porque é quem menos está jogando. Ele foi colocado no mercado, mas até agora não chegou nenhuma oferta”, completou Fullana.
A situação é um banho de água fria na trajetória do meia-atacante, que foi protagonista no futebol brasileiro e custou cifras milionárias na operação orquestrada por John Textor, que envolveu sua venda do Botafogo para o grupo Eagle Football e posterior transferência para a Espanha.

