Jorge Sampaoli chegou ao primeiro mês de trabalho no Atlético-MG, período marcado por intensa rotina no centro de treinamento, constante rodízio de atletas e ajustes táticos para o restante do Campeonato Brasileiro.
Imersão na Cidade do Galo
Desde a apresentação, o treinador argentino passou a maior parte do tempo morando na Cidade do Galo, acompanhado da família e de sua comissão técnica. O objetivo foi mergulhar no dia a dia do clube, conhecer todos os departamentos e oferecer feedbacks personalizados ao elenco, inclusive no aspecto psicológico.
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Sete jogos e elenco rodado
Nesse primeiro mês, Sampaoli comandou o time em sete partidas, somando duas vitórias, três empates e duas derrotas. Para encontrar a formação ideal, o técnico acionou 23 jogadores e ainda não repetiu escalação.
Lesões e suspensões influenciaram as escolhas. Cuello, Alexsander e Junior Santos seguem entregues ao departamento médico, enquanto nomes como Everson, Hulk, Scarpa, Bernard e Igor Gomes ganharam mais minutos em campo. O jovem Vitor Hugo desponta como destaque entre os utilizados.
Ambiente e planejamento
A relação com a diretoria – representada por Gabriel Andreata, Paulo Bracks e Victor Bagy – é descrita como alinhada. O clube planeja ações até 2026, mas, por ora, não há negociação por reforços. Internamente, o trabalho do argentino é considerado positivo, em parte pela postura mais aberta ao diálogo em comparação à sua passagem anterior.
Desafios
A principal dificuldade segue sendo dar consistência ao time, especialmente nos jogos na Arena MRV. Mudanças táticas, como a nova função atribuída a Scarpa, buscam tornar o Galo mais eficiente. Comentaristas apontam evolução em Bernard e Igor Gomes, que exibem versatilidade sob o novo comando.
O próximo passo de Sampaoli é engatar uma sequência de resultados positivos e consolidar uma base para o restante da temporada, mantendo o Atlético-MG competitivo no Brasileirão e pronto para os compromissos futuros.

