A folha salarial da Ponte Preta voltou ao centro do debate depois que o jornalista Elias Aredes, da Rádio Brasil-Campinas, expôs a presença de atletas que recebem mais de R$ 100 mil mensais. Segundo ele, nenhum jogador do elenco atual justificaria valores nessa faixa.
Exemplo citado: lateral Maguinho
O caso mais emblemático apontado foi o do ex-lateral direito Maguinho, cujo ordenado chegava a aproximadamente R$ 115 mil. A decisão de pagar essa quantia foi atribuída ao então diretor de futebol e atual vice-presidente do clube, Marco Eberlin.
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Projeção de teto salarial
Para o comentarista Ariovaldo Izac, autor da coluna que repercutiu o assunto, seria possível montar um elenco semelhante ao atual sem ultrapassar o teto de R$ 70 mil por atleta. Ele admite, contudo, a possibilidade de uma exceção pontual para jogadores considerados “bem diferenciados”, desde que limitados ao patamar de R$ 100 mil.
Renovação de Élvis em debate
Outro ponto levantado foi a possível renovação do meia Élvis. O valor próximo a R$ 100 mil, segundo Izac, não se justificaria por conta da falta de mobilidade do atleta, apesar do reconhecimento de sua qualidade técnica.
As discussões reforçam a necessidade de critérios mais rigorosos na gestão salarial do clube, sobretudo diante dos desafios financeiros enfrentados pelas agremiações campineiras.

