Campinas, SP, 22 de julho de 2026 – A Ponte Preta se prepara para um confronto difícil contra o Operário, que ocorrerá nesta quarta-feira em Ponta Grossa, PR. A situação do clube, no entanto, não é das melhores, especialmente após uma recente goleada sofrida pelo time Sub-20.
Na última partida, o time da base foi derrotado pelo Corinthians por 7 a 1, o que deixou a equipe na nona posição da competição paulista, acumulando apenas sete pontos em seis jogos. Essa situação evidencia as dificuldades enfrentadas pela Ponte Preta em suas categorias de base, além de refletir nos resultados do time principal.
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“Podem largar o ‘osso’ e já, Eberlin e Cia”,
Essa afirmação reflete a insatisfação com a gestão atual do clube. Ao analisar os jogadores que compõem a equipe, nota-se que muitos deles, provenientes da base, não lograram êxito em sua transição para o time profissional.
O centroavante Miguel, uma das esperanças da base, não conseguiu se destacar nas partidas da Série B do Campeonato Brasileiro. Em sua única oportunidade como titular contra o Goiás, sua atuação foi considerada apagada, o que levantou dúvidas sobre seu potencial no time principal.
Da mesma forma, o zagueiro Diego Leão teve algumas chances, mas sua performance não se destacou, refletindo um padrão de dificuldade que permeia a defesa do time. O volante Gustavo Telles, apesar de ter recebido várias oportunidades, também não conseguiu convencer e se firmar como peça importante na equipe.
Assim, a desconexão no Departamento de Futebol da Ponte Preta se torna evidente, afetando tanto o time profissional quanto as categorias de base. A situação atual é um retrato de como a revelação de novos talentos, que antes era uma característica do clube, tem se mostrado ineficaz nos dias de hoje. O desafio para a Ponte Preta é reverter esse cenário e buscar um melhor desempenho em suas próximas partidas.
