O técnico que levou o Brasil ao Tetra em 1994 permanece internado no Hospital Samaritano, no Rio. Aos 83 anos, ele tem sedação reduzida, mas sem previsão de alta da UTI.
Rio de Janeiro, RJ, 20 – Carlos Alberto Parreira, renomado técnico da seleção brasileira que levou o país à conquista do Tetra na Copa do Mundo de 1994, permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O motivo da internação é um quadro de inflamação pulmonar.
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De acordo com uma nota oficial divulgada pelo hospital, o ex-treinador de 83 anos apresenta um quadro estável. A sedação está sendo reduzida gradualmente, porém Parreira continua dependendo de aparelhos para respiração. Não há previsão para sua alta do setor.
O hospital informou ainda que Carlos Alberto Parreira está sob os cuidados do pneumologista intensivista Arthur Vianna, que coordena uma equipe assistencial e multidisciplinar.
Desde 2023, Parreira enfrenta um linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático. Desde a descoberta da doença, ele tem realizado sessões de quimioterapia, o que tem demandado cuidados médicos constantes.
Além de ser o responsável pela conquista do Tetra em 1994, Parreira teve uma carreira extensa no futebol, sendo auxiliar de Zagallo na conquista do Tri em 1970 e dirigindo a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2006. O treinador também passou por experiências internacionais, comandando seleções como Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul em Mundiais.
Durante sua trajetória, Parreira acumulou passagens por diversos clubes no Brasil e no exterior, incluindo Fluminense, Corinthians, São Paulo, Santos e Atlético-MG. Sua experiência e conhecimento no futebol brasileiro o tornaram uma figura respeitada e admirada.
O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o paciente Carlos Alberto Parreira continua internado em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com quadro de inflamação pulmonar. Ele permanece sedado e ainda respira com auxílio de aparelhos. No momento, seu quadro pulmonar apresenta estabilização, mas ainda necessita de cuidados intensivos. A sedação está sendo gradualmente reduzida. O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital. Não há previsão de alta.

