Tetracampeão Carlos Alberto Parreira foi liberado do Hospital Samaritano Barra, no Rio, após 80 dias de internação. Tratou inflamação pulmonar, passou 43 dias na UTI e seguirá com acompanhamento médico.
O ex-técnico Carlos Alberto Parreira recebeu alta do Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (05). Nos últimos três meses, o tetracampeão ficou internado por causa de uma inflamação pulmonar e passou 43 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo o hospital.
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O comunicado do hospital
Em comunicado, a unidade hospitalar informou a saída e detalhou os próximos passos do acompanhamento médico.
É com grande satisfação que o Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que, após 80 dias internado, Carlos Alberto Parreira receberá alta médica neste sábado (5)
Como será o acompanhamento a partir de agora
A partir de agora, ele fará acompanhamento domiciliar e ambulatorial para monitoramento do seu quadro geral
A previsão era de que Parreira deixasse a unidade até às 11h. Após a alta, ele seguirá com acompanhamento domiciliar e consultas ambulatoriais para monitoramento do quadro geral, conforme divulgado.
O ex-treinador da seleção brasileira deu entrada no hospital no dia 16 de junho, com diagnóstico de inflamação pulmonar. Nos primeiros dias de internação, precisou de ajuda de aparelhos para respirar. Houve melhora inicial e a sedação foi reduzida pela equipe médica.
No final de junho, Parreira passou por um procedimento de cauterização após apresentar sangramento nasal. Em sequência, com nova piora no quadro clínico, foi submetido a traqueostomia e a sessões de hemodiálise.
Ele deixou a UTI no dia 27 de julho e foi transferido para a unidade semi-intensiva, onde permaneceu sob acompanhamento multiprofissional até a alta hospitalar. Ao longo do período de internação, a assistência foi realizada pelos profissionais do Hospital Samaritano Barra.
A saída de Parreira encerra um ciclo de 80 dias de internação, marcado por intervenções médicas e fases distintas de recuperação. A continuidade do tratamento em ambiente domiciliar e ambulatorial fará parte da rotina recomendada pela equipe que o acompanhou no hospital.
O histórico recente inclui a sequência de eventos clínicos mencionados: a internação em 16 de junho, a necessidade inicial de ventilação assistida, redução da sedação, cauterização por sangramento nasal, traqueostomia, hemodiálise, liberação da UTI em 27 de julho e transferência para a semi-intensiva até a alta definitiva.

