A Beelink exibiu novos ME Pro no Intel Connection, na China, com CPUs Intel Panther Lake e gráficos Arc B390. Serão três versões: duas com baias para discos e um cubo metálico compacto, focado em SSDs. As vendas na China começam até outubro.
A Beelink mostrou uma nova geração do ME Pro com processadores Intel Panther Lake, chegando ao Core Ultra X7 358H e à gráfica integrada Arc B390. O modelo foi apresentado no Intel Connection, na China, e a linha tem venda prevista até o fim de outubro no mercado chinês.
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No formato de cobertura tática, a fabricante apresentou três opções: duas com baias tradicionais para discos e um gabinete compacto inédito que, segundo observadores, deve focar em SSDs. Dois modelos seguem o formato conhecido da linha, com duas e quatro baias; o terceiro é um cubo metálico com selo Intel que parece ser a versão só com SSDs.
Modelos e formatos
- Duas baias: versão tradicional da linha ME Pro.
- Quatro baias: versão tradicional com maior capacidade.
- Modelo compacto: cubo de metal, possivelmente versão só com SSDs, segundo sites especializados.
A ficha técnica divulgada no evento traz informações que posicionam o ME Pro como uma solução que alia armazenamento e poder de processamento. Entre os destaques está o processador top Core Ultra X7 358H, com 16 núcleos, e a placa gráfica Arc B390, com 12 núcleos Xe3, pensada para acelerar transcoding e tarefas de IA local.
Especificações principais
- Processador top: Core Ultra X7 358H, com 16 núcleos.
- Processador gráfico: Arc B390, com 12 núcleos Xe3.
- Processador de entrada: Core Ultra 5 325, com 8 núcleos e gráfica de 4 núcleos Xe3.
- NPU: até 50 TOPS.
- IA da GPU: até 122 TOPS em INT8 (somados aos 50 TOPS da NPU).
- Capacidade típica: 72 TB em duas baias; 132 TB em quatro baias (capacidade dos ME Pro atuais).
- Lançamento: China, até o fim de outubro.
- Preço e memória: não divulgados.
Do ponto de vista prático, a presença da Arc B390 dentro de um NAS serve para transcodificar vídeo e rodar inteligência artificial local. A B390 oferece Quick Sync com codificação e decodificação por hardware de H.264, HEVC e AV1, recursos que interessam a quem roda servidores de mídia como Plex ou Jellyfin e precisa converter conteúdo para múltiplos dispositivos simultaneamente.
Na vertente de IA, a combinação de GPU e NPU permite executar modelos de linguagem pequenos e fazer classificação de imagens sem enviar dados para a nuvem, recurso que já é comercializado pela Beelink com software próprio. O Core Ultra 5 325 fica como opção para quem busca armazenamento com desempenho moderado, enquanto o X7 358H entrega potência similar a chips usados em notebooks premium, capaz de transformar a unidade em um servidor doméstico robusto.
“A Beelink costuma levar a maioria dos produtos para fora do mercado chinês.”
Pelo histórico da marca, uma versão global é provável, mas sem data confirmada. No Brasil, a presença da Beelink depende de importação, já que a empresa não opera com loja oficial no país. A falta de dados sobre memória, portas de rede e preço, porém, limita avaliações finais para quem considera trazer o aparelho por importação.

