Um mês após se machucar, Neymar calçou as chuteiras e tocou na bola pela primeira vez. A lesão na panturrilha, mais grave do que o esperado, ainda impõe desafios para seu retorno à Copa.
Neymar já completou um mês desde sua última partida, quando se machucou na partida entre Santos e Coritiba, em 17 de maio. A lesão na panturrilha direita, inicialmente considerada leve, revelou-se mais grave após exames que confirmaram um rompimento das fibras de grau 2, e não apenas um edema.
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No entanto, na última terça-feira, 16 de junho, Neymar fez sua primeira aparição em campo desde a contusão. Ele calçou as chuteiras e interagiu com a bola, o que representa um avanço significativo em seu processo de recuperação.
Apesar desse progresso, o camisa 10 da seleção brasileira ainda não está apto para jogar. Para que ele possa estrear na Copa do Mundo, precisará cumprir uma série de etapas em sua reabilitação. Embora tenha tido contato com a bola, Neymar ainda não participou de exercícios de maior intensidade. Essas atividades iniciais serão realizadas de forma individualizada antes que ele seja gradualmente integrado aos treinos com o restante da equipe.
Devido ao longo período sem atuar, é essencial que Neymar fortaleça a musculatura para evitar novas lesões, não apenas na panturrilha, mas também em outras partes do corpo. Durante este processo, o jogador será reavaliado periodicamente para determinar se pode aumentar a carga de treinamento.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está lidando com a situação de Neymar de forma cautelosa, entendendo que não há necessidade de apressar seu retorno. O objetivo é garantir que ele esteja nas melhores condições possíveis para a fase final do Mundial.
Como resultado dessa abordagem, Neymar está fora do confronto contra o Haiti, que ocorrerá hoje, às 21h30 (de Brasília). Além disso, sua participação na partida contra a Escócia, agendada para a próxima quarta-feira em Miami, permanece incerta.



