A etapa brasileira da MotoGP, realizada no último fim de semana no Autódromo Ayrton Senna, movimentou R$ 1,14 bilhão na economia local, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). O valor superou a estimativa inicial do Governo de Goiás, que previa retorno de R$ 867 milhões.
O evento marcou o retorno da categoria ao país após mais de 20 anos. Nos três dias de programação, 148.384 pessoas passaram pelo circuito, estabelecendo novo recorde de público para a MotoGP no Brasil. Na pista, Marco Bezzecchi, da Aprilia, venceu a corrida principal.
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Turismo e ocupação total
A capital goiana registrou 100% de ocupação hoteleira durante o fim de semana e aumento de 300% no fluxo do aeroporto local. Entre os estrangeiros, espanhóis e argentinos representaram 18,5% do público cada, enquanto colombianos, britânicos e franceses corresponderam a 7,4% cada.
Entre os brasileiros, São Paulo concentrou 22,5% dos visitantes, seguido por Minas Gerais (5,8%), Paraná (5,6%), Santa Catarina e Distrito Federal (4,1% cada). O gasto médio diário por turista foi de R$ 6.856,28, considerando despesas com ingressos, viagem e hospedagem.
Empregos diretos e indiretos
O levantamento da FGV aponta a criação de 10.838 postos de trabalho, dos quais 8.206 (75,7%) são diretos e 2.632 (24,3%) indiretos. O contrato firmado para o retorno da MotoGP prevê a realização do Grande Prêmio do Brasil em Goiânia até 2030.


Imagem: Internet
Próxima parada e programação no streaming
Após a etapa brasileira, pilotos e equipes se preparam para o GP das Américas, em Austin (EUA), terceira prova da temporada, com largada marcada para 17h (de Brasília) deste domingo (29). A transmissão ao vivo estará disponível no plano premium do Disney+.
A plataforma também exibe, neste domingo, o GP de Barber da Fórmula Indy às 14h, a final masculina do Masters 1000 de Miami às 16h, entre Jannik Sinner e Jiri Lehecka, e o duelo da MLB entre Cleveland Guardians e Seattle Mariners às 20h.
