O Japão se prepara para um confronto decisivo contra o Brasil, nesta segunda-feira, às 14h (de Brasília), pela segunda fase da Copa do Mundo. Apesar do histórico desfavorável, com 11 vitórias em 14 jogos, a equipe japonesa acredita que pode surpreender e conquistar a classificação.
A rivalidade entre Brasil e Japão começou no fim da década de 1980, quando a seleção brasileira, então tricampeã do mundo, venceu um amistoso por 1 a 0. Desde então, os dois times se enfrentaram mais 12 vezes, com 10 vitórias brasileiras e um empate. No entanto, um amistoso realizado em outubro de 2025 trouxe uma nova perspectiva: pela primeira vez, o Japão derrotou o Brasil, com uma virada impressionante de 3 a 2 após estar perdendo por 2 a 0.
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Hajime Moriyasu, técnico da seleção japonesa, tem se destacado por sua capacidade de conduzir a equipe em momentos difíceis. Desde que assumiu o comando em 2018, após a eliminação na Copa da Rússia, Moriyasu conseguiu resultados significativos, incluindo vitórias sobre potências como Alemanha e Espanha na Copa de 2022. Ele é o primeiro treinador japonês a ter o contrato renovado após um Mundial, mesmo com a eliminação nas oitavas de final.
“Podemos vencer essa Copa”, afirmou Moriyasu, enfatizando a confiança que sua equipe carrega.
Nos últimos nove meses, o Japão não conhece a derrota, acumulando 10 jogos com sete vitórias, uma delas contra o Brasil. O desempenho na fase de classificação para a Copa de 2026 foi impecável, com 24 gols marcados e nenhuma defesa vazada na segunda fase das eliminatórias asiáticas. Na terceira fase, a seleção também se destacou, marcando 14 gols e mantendo a defesa sólida.
A equipe nipônica, que se classificou para a oitava Copa consecutiva, tem demonstrado evolução tanto na gestão quanto em campo, somando resultados importantes contra seleções de alto nível. O Japão não perde para times europeus desde 2018 e, na Copa de 2022, passou em primeiro lugar no Grupo E, vencendo Alemanha, Espanha e Costa Rica.
Agora, no atual Mundial, o Japão busca uma vitória histórica sobre o Brasil para continuar na disputa por um título inédito. O time, que empatou com a Holanda e a Suécia na fase de grupos, encara o desafio de frente, respeitando os adversários, mas sem temor.


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