O Internacional trouxe seis reforços na janela de 2026, priorizando empréstimos e baixo custo. O desempenho, porém, acompanhou as oscilações do clube em campo.
O primeiro semestre de 2026 foi repleto de desafios para o Internacional, tanto dentro quanto fora de campo. Em meio a oscilações, o desempenho das contratações realizadas no início do ano também refletiu essa instabilidade. Com um orçamento limitado, o clube adotou uma estratégia focada na aquisição de jogadores com baixo custo ou até mesmo sem investimento financeiro.
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No total, o Inter trouxe seis novos atletas na primeira janela de transferências, sendo que quatro deles chegaram por meio de empréstimos: o zagueiro Félix Torres, o volante Villagra e os atacantes Alerrandro e Kayky. Os outros dois reforços, o volante Paulinho e o lateral-esquerdo Matheus Bahia, assinaram contrato definitivo até dezembro de 2027.
Entre os novos contratados, Alerrandro se destacou como o jogador mais utilizado, participando de 23 partidas. O volante Villagra, por sua vez, conquistou uma maior regularidade como titular, com 20 jogos. Em contrapartida, Kayky foi o que menos teve minutos em campo, com apenas nove aparições.
O primeiro a ser analisado é Paulinho, que foi o primeiro reforço anunciado da temporada. Após encerrar seu contrato com o Vasco em dezembro, ele se juntou ao Inter com um contrato de duas temporadas, incluindo uma cláusula de renovação automática. No entanto, apesar de seus 18 jogos, sendo 12 como titular, Paulinho perdeu espaço nas últimas rodadas e deve ser uma opção no banco para o treinador Paulo Pezzolano.
Félix Torres, o zagueiro que chegou para reforçar a defesa após a saída de Vitão, disputou 19 partidas, sendo 16 como titular, e marcou dois gols. Entretanto, ainda não se firmou na equipe, já que o técnico Pezzolano promoveu um rodízio na defesa. O jogador atualmente se encontra com a seleção do Equador na Copa do Mundo e tentará conquistar mais espaço ao retornar ao Inter.
Rodrigo Villagra, por sua vez, é o reforço que mais se destacou até o momento. Ele estreou na vitória por 4 a 2 no Gre-Nal e, apesar de ter enfrentado problemas físicos, se tornou titular após retornar. Contratado por empréstimo junto ao CSKA, ele tem um custo de 400 mil euros, com a obrigatoriedade de compra caso atinja 60% das partidas na temporada.
Alerrandro, também emprestado pelo CSKA, assumiu a camisa 9 do Inter, mas ainda compete pela posição com Rafael Borré. Com 23 jogos e quatro gols, ele precisa atingir 15 gols nesta temporada para que o clube exerça a compra. O atacante teve um bom desempenho recente, marcando gols importantes.
Em contraste, Kayky, que chegou por empréstimo do Bahia, não teve um desempenho satisfatório, atuando em apenas nove jogos e não marcando gols. Ele foi titular apenas em uma partida e terminou o semestre como uma opção remota no ataque.
Por fim, Matheus Bahia, contratado por 1 milhão de euros, se destacou na lateral-esquerda. Com a chegada dele, o Inter buscou solucionar problemas defensivos, especialmente no lado esquerdo, onde o jogador se firmou e contribuiu para a consistência do setor.



