A suspensão de dois jogos imposta pela FIFA ao zagueiro Jarell Quansah, da seleção inglesa, após sua expulsão em partida contra o México, gerou forte repercussão na imprensa britânica. Os jornais locais não hesitaram em criticar a decisão, fazendo uma comparação entre o caso de Quansah e o do atacante americano Balogun.
Durante o jogo entre México e Inglaterra, Quansah recebeu um cartão vermelho direto após revisão do VAR, devido a uma entrada considerada como jogo brusco grave. A punição de dois jogos foi anunciada pela FIFA, levando a mídia inglesa a levantar questões sobre a coerência nas decisões da entidade máxima do futebol.
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“Jarell Quansah, da Inglaterra, tem suspensão estendida pela FIFA apesar de ter cometido a mesma infração de Balogun para um cartão vermelho na Copa do Mundo”, publicou o The Sun.
Enquanto Quansah enfrentará um período fora das partidas, o atacante Balogun, que também foi expulso em situação semelhante, recebeu uma punição bem menos severa, sendo liberado de forma condicional para continuar jogando. A diferença nas decisões tomadas pela FIFA gerou perplexidade entre os comentaristas esportivos.
O Daily Mail também destacou a situação: “Jarell Quansah suspenso por dois jogos: FIFA se recusa a mostrar misericórdia para a estrela inglesa depois do vermelho contra o México — apesar de ter cedido à intervenção de Donald Trump na Copa do Mundo”.
Os jornais Daily Star e Daily Express também se manifestaram sobre o assunto, ressaltando o impacto que a ausência de Quansah terá na equipe. “Estrela da Inglaterra banida por dois jogos da Copa do Mundo e Thomas Tuchel terá que lidar com grande baque”, escreveu o Daily Star.
Enquanto isso, o Daily Express comentou: “Jarell Quansah recebe dois jogos de suspensão na Copa do Mundo e Inglaterra é abalada por decisão da FIFA”.
A situação de Quansah traz à tona questões sobre a consistência das decisões disciplinares na Copa do Mundo, levantando debates entre torcedores e especialistas sobre a equidade nas punições aplicadas pela FIFA.



