A vitória da Hungria sobre El Salvador por 10 a 1, em 15 de junho de 1982, na Espanha, permanece como o resultado mais elástico já registrado em uma partida de Copa do Mundo. O placar, único com dois dígitos no torneio, simboliza um período de grande disparidade técnica, difícil de repetir no futebol atual.
Os maiores placares já registrados
Levantamento oficial da Fifa reúne outras cinco partidas com diferenças expressivas de gols entre as décadas de 1930 e 2000:
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Hungria 9 x 0 Coreia do Sul (1954)
Seleção de Ferenc Puskás confirmou o favoritismo em jogo da fase de grupos na Suíça.
Iugoslávia 9 x 0 Zaire (1974)
Maior derrota sofrida por uma equipe africana em Copas, disputada na Alemanha Ocidental.
Suécia 8 x 0 Cuba (1938)
Quartas de final na França, maior goleada registrada fora da fase de grupos.
Uruguai 8 x 0 Bolívia (1950)
Triunfo no Maracanã foi passo importante para a campanha do título uruguaio no Brasil.


Imagem: Internet
Alemanha 8 x 0 Arábia Saudita (2002)
Placar mais largo deste século, com três gols de cabeça do atacante Miroslav Klose.
Por que os placares diminuíram?
Especialistas atribuem a redução de goleadas ao aumento da competitividade global, ao acesso de seleções menores a métodos de preparação modernos e à evolução tática que prioriza linhas compactas. Mesmo o 7 a 1 do Brasil diante da Alemanha, na semifinal de 2014, é considerado exceção estatística em um cenário cada vez mais equilibrado.

