Pesquisa do economista Bruno Imaizumi indica 34,7% de chances de Brasil e Holanda se cruzarem na segunda fase. Japão e Suécia completam a lista dos rivais mais prováveis.
Sem Raphinha e com Neymar em campo, a seleção brasileira realiza os últimos preparativos para o confronto contra a Escócia, marcado para quarta-feira (24), às 19h, em Miami. Esse jogo será a última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026, mas já existem projeções sobre os possíveis adversários na próxima fase do torneio.
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Um estudo realizado pelo economista Bruno Imaizumi revelou que a Holanda e o Japão são os principais candidatos a enfrentar o Brasil na segunda fase da competição, com 34,7% e 28,4% de chances, respectivamente. Na sequência, aparece a Suécia, com 19% de probabilidade. Essas seleções fazem parte do Grupo F da Copa do Mundo.
A Holanda, que atualmente lidera o grupo, teve uma performance destacada ao vencer a Suécia por 5 a 1 na segunda rodada da fase de grupos. Esse resultado a coloca como uma forte candidata a avançar na competição, aumentando as chances de um embate contra a seleção brasileira.
Além disso, vale ressaltar que a seleção brasileira busca manter a boa fase, evidenciada pela vitória por 3 a 0 sobre o Haiti na rodada anterior, onde os jogadores celebraram a boa performance em campo. A equipe, sob o comando do treinador, aposta na experiência e habilidade de Neymar, que é uma das principais estrelas do elenco.
“Estamos focados em cada passo do torneio, e a Escócia é nosso próximo desafio. Após isso, vamos pensar na próxima fase”, afirmou um dos jogadores da seleção, destacando a importância do foco e da preparação contínua.
Com a expectativa de um torneio emocionante, as análises sobre as possibilidades de adversários na segunda fase continuam a gerar expectativa entre os torcedores. A seleção brasileira, tradicionalmente forte, busca repetir o sucesso de edições anteriores, e o confronto contra a Escócia será crucial para determinar seu caminho no Mundial.



