Lance que originou o gol de Finn Surman contra o Egito levanta dúvidas sobre a validade do escanteio. Comentarista aponta falta ignorada antes da jogada e cobra uso do VAR.
A polêmica tomou conta do jogo entre Nova Zelândia e Egito, após o gol marcado pelo zagueiro Finn Surman aos 14 minutos do primeiro tempo, em Vancouver, no Canadá. De acordo com PC Oliveira, comentarista de arbitragem, o lance que resultou no gol não deveria ter sido validado.
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Oliveira analisa que, antes da cobrança do escanteio que originou o gol, o zagueiro Nova Zelandês, Boxall, cometeu falta ao derrubar um defensor egípcio. Segundo as regras, como a bola ainda não estava em jogo, o árbitro deveria ter consultado o VAR para determinar a repetição da cobrança.
“No momento em que a falta ocorre, a bola ainda não estava em jogo. Portanto, o árbitro deveria ter sido alertado pelo VAR,” afirmou PC Oliveira.
Apesar da análise, o gol de Surman foi validado pelo árbitro Omar Al Ali, que não recebeu recomendação de revisão do árbitro de vídeo. O VAR, sob a supervisão de Mohammed Khamid, dos Emirados Árabes Unidos, não interveio no lance polêmico.
O jogo entre Egito e Nova Zelândia faz parte do Grupo G da Copa do Mundo, que também conta com as seleções da Bélgica e do Irã. Mais cedo, Bélgica e Irã empataram sem gols em Los Angeles, aumentando a expectativa para o confronto entre os egípcios e os neozelandeses.
A situação gera debates entre torcedores e especialistas, que discutem a importância da utilização correta da tecnologia no futebol, especialmente em momentos decisivos. O VAR, que foi implementado para auxiliar os árbitros em situações controversas, ainda enfrenta críticas em sua aplicação.
O gol de Finn Surman, que trouxe alegria para a Nova Zelândia, também levanta questões sobre a atuação dos árbitros e a necessidade de revisão das regras de arbitragem, em busca de uma maior precisão nas decisões durante as competições.



