O meia Gavi se manifestou pela primeira vez sobre a briga que envolveu ele e Leandro Paredes na final da Copa do Mundo. Durante uma homenagem recebida ao lado de Fabián Ruiz em sua cidade natal, Los Palacios y Villafranca, o jogador espanhol minimizou a situação que gerou a investigação da FIFA.
Apesar da abertura de um processo disciplinar, Gavi expressou sua opinião contra qualquer tipo de punição aos jogadores argentinos.
Acho que eles não têm que ser suspensos. Entendo que não é uma boa imagem para as crianças, mas também tem aquela parte do futebol que é um pouco mais violenta
afirmou. O campeão mundial também comentou sobre a possibilidade de expulsões durante o jogo, enfatizando que isso faz parte do esporte.“Talvez, o mais lógico para mim seria expulsá-lo no jogo e pronto. Mas, como eu te digo, no final, é tudo futebol e tem que ser assim”, completou Gavi.
A confusão ocorreu ao final da partida entre Espanha e Argentina, em que jogadores de ambas as seleções se envolveram em uma briga generalizada no gramado do Estádio de Nova Jersey. O incidente começou quando Molina deu um encontrão em Rodri, que havia sido substituído e corria em direção ao círculo central para comemorar. O volante espanhol se descontrolou e confrontou Molina, o que levou a uma série de reações imediatas entre os atletas.
Após o primeiro contato, Borja Iglesias e Eric García partiram para cima de Molina, iniciando uma briga. Molina, que começou a confusão, rapidamente se afastou enquanto Paredes correu em direção aos jogadores espanhóis, empurrando Eric García. Gavi, que também estava no banco de reservas, entrou na confusão e acabou sendo empurrado por Paredes e Thiago Almada, que se juntou à discussão. Durante o tumulto, Paredes chegou a segurar o pescoço de Gavi, tentando derrubá-lo.
A situação só se acalmou quando outros jogadores da Espanha e Walter Samuel, membro da comissão técnica da Argentina, intervieram para separar os atletas envolvidos. A briga deixou a partida marcada por um clima de tensão, mesmo após o apito final.



