Aos 17 anos, Gabriel Koenigkan lidera a Stock Light com 285 pontos, 70 a mais que o vice-líder. Nascido em Brasília e com raízes em Maceió, o piloto também está na ponta da Endurance Brasil.
Gabriel Koenigkan, natural de Brasília e com raízes em Maceió, é o nome do momento na Stock Light, principal categoria de acesso à Stock Car. Aos 17 anos, lidera o campeonato com 285 pontos — 70 à frente do segundo colocado.
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Como Koenigkan começou no automobilismo
A relação dele com o automobilismo começou por acaso, acompanhando um amigo no kart:
“Eu morava em Brasília, tenho um grande amigo lá e o pai desse meu amigo andava de kart. Eu ia assistir ao pai dele. Meu amigo começou a andar de kart também e pedi ao meu pai para andar. Tive interesse e tô aí até hoje.”
A paixão que corre na família
Só depois ele descobriu que a paixão já corria na família:
“Depois que comecei a andar, descobri que meu pai também corria antigamente. Ele nunca me falou, porque normalmente essas paixões são passadas de pai para filho. Comecei a correr por coincidência. Tava no sangue.”
A troca do kart pelos carros de turismo exigiu adaptação, mas os resultados vieram rápido:
“Passei minha vida inteira andando de kart. Em 2025 fui do kart direto para a Stock Car Light, meu objetivo sempre foi a Stock Car. O carro é completamente diferente do kart, tem suspensão, marcha, e essa transição foi complicada, mas comecei mostrando resultado. Logo no meu primeiro ano, eu ganhei corrida e fiz pole position.”
Você pode gostarPatrocinado · MGIDO desempenho abriu espaço em outra categoria, e hoje ele divide o calendário entre duas disputas — nas duas, na liderança:
“Depois de ganhar essa corrida, me abriu outra porta para correr em outra categoria. Estou correndo de Stock Car Light, sou líder, e também estou correndo de Endurance Brasil, onde também estou na liderança.”
A rotina de preparação, conta o piloto, é diferente da de outros esportes:
“Ela já costuma ser mais difícil do que em qualquer outro esporte. No automobilismo, a gente só anda no carro na semana da corrida. Fica limitado ao treino na quinta e sexta, e corrida no sábado.”
Com pouco tempo de pista, ele recorre a alternativas:
“Usamos simuladores, que são muito aprimorados. Além disso, treino físico é essencial. Antes das corridas, treino várias horas na pista com o carro que vou correr para não chegar perdido na semana da corrida.”



