Uma nova geração chega ao maior palco do futebol. Filhos de ídones como Zidane e Simeone carregam sobrenomes históricos e prometem escrever seus próprios capítulos no Mundial de 2026.
A Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá, contará com a presença de uma nova geração de jogadores, filhos de ícones do passado que brilharam em edições anteriores do torneio. Sobrenomes respeitados, como Zidane, Simeone e Kluivert, estarão em campo, trazendo a experiência e o legado de seus pais.
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Entre os destaques está Luca Zidane, goleiro da Argélia e filho de Zinedine Zidane, que foi um dos grandes protagonistas da França na conquista do mundial de 1998. Luca, nascido em maio de 1998, era apenas um recém-nascido quando seu pai marcou dois gols na semifinal contra o Brasil, levando a França ao seu primeiro título mundial.
Outro nome a ser observado é Giuliano Simeone, que representa a Argentina. Filho de Diego Simeone, técnico do Atlético de Madri e um dos meio-campistas que se destacaram em três Copas do Mundo, Giuliano busca fazer seu próprio nome no futebol.
Nico Paz, também da Argentina, é visto como uma grande promessa. Ele é filho de Pablo Paz, que defendeu a seleção na Copa de 1998. Enquanto Nico se destaca como meio-campista, seu pai atuou como zagueiro na vitória argentina sobre a Croácia naquela edição.
Marcus Thuram, filho de Lilian Thuram, um dos protagonistas da França em 1998, também estará presente. Marcus, que já participou de competições internacionais, busca em 2026 consolidar seu espaço na seleção francesa.
Na Coreia do Sul, Lee Tae-Seok fará sua estreia na Copa do Mundo. Ele é filho de Lee Eul-Young, que participou da histórica campanha da seleção sul-coreana em 2002, quando o time chegou à semifinal pela primeira vez.
Justin Kluivert, filho de Patrick Kluivert, terá sua oportunidade de brilhar em um Mundial, assim como Erling Haaland, que se destaca como um dos principais nomes da Noruega. Haaland é filho de Alf-Inge, que jogou na Copa do Mundo de 1994.
A lista de herdeiros também inclui jogadores como Angus Gunn, goleiro da Escócia, que segue os passos do pai, Brian Gunn, e Mamadou Sarr, filho de Pape Sarr, que fez parte da seleção senegalesa que surpreendeu ao vencer a França na estreia da Copa de 2002.
A Copa do Mundo de 2026 promete ser um evento emocionante, não apenas pelos grandes nomes, mas também pela presença desses jovens talentos que carregam a história e o legado de seus pais nas competições mundiais.



