A Ferrari estuda solicitar à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) autorização para aplicar o ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities) em seu motor, mecanismo que permite evoluções extras a unidades de potência entre 2% e 4% abaixo do desempenho de referência.
Como funciona o ADUO
Instituído no novo regulamento de motores da Fórmula 1 que entra em vigor em 2026, o ADUO abre exceção ao congelamento de motores. As avaliações de performance são realizadas a cada seis corridas. A marca com resultado mais baixo dentro da faixa estipulada pode alterar componentes específicos do motor a combustão (ICE), sem redesenhar o conjunto completo.
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A temporada é dividida em três ciclos de seis provas. Com o cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita, Miami deixou de ser considerada a sexta corrida do campeonato, alterando a janela inicial de verificação.
Situação da Ferrari
Segundo informações apuradas pela edição italiana do Motorsport.com, a unidade de potência de Maranello estaria de 20 a 25 cavalos atrás da produzida pela Mercedes, atualmente apontada como a mais forte do grid. O déficit enquadraria a Ferrari nas condições necessárias para pleitear o ADUO.
Em 2024, a equipe soma três pódios e garantiu uma dobradinha na corrida sprint da China, resultados que mantêm o time na vice-liderança em potência, embora ainda atrás dos alemães.


Imagem: Internet
Próximas etapas
Caso o pedido seja aceito pela FIA, a atualização adicional de motor poderia ser introduzida no Grande Prêmio da Espanha, em Barcelona, previsto para meados de junho. Antes disso, ajustes de gestão de energia estão programados para o GP de Miami, com o objetivo de aproximar o desempenho do motor vermelho ao da Mercedes.
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