A ex-goleira inglesa Amy Carr, que defendeu as cores de Chelsea e Arsenal no futebol feminino, faleceu aos 35 anos após enfrentar um tumor cerebral diagnosticado em 2015.
Carr descobriu a doença após desmaiar ao ver uma aranha, episódio que a levou a realizar exames de imagem. A ressonância magnética detectou um tumor do tamanho aproximado de uma bola de golfe. Em entrevista concedida à BBC na época, a atleta relatou ter se surpreendido com o diagnóstico.
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O tratamento incluiu uma craniotomia para remover parte da massa tumoral, seguida por sessões de radioterapia, quimioterapia e fisioterapia intensiva. Nos oito dias posteriores à cirurgia, ela perdeu temporariamente a capacidade de andar e falar.
Desafios e causas sociais
Apesar das limitações físicas, Amy Carr continuou a abraçar desafios. Em 2024, participou da Maratona de Dublin para arrecadar fundos destinados à pesquisa de tumores cerebrais, mobilizando quase 29 mil libras (cerca de R$ 200 mil).
Evolução do quadro clínico
Em 2023, médicos informaram que o tumor havia se tornado terminal, estimando uma expectativa de vida entre seis e nove meses. A morte da ex-jogadora foi confirmada por organizações que atuam na pesquisa da doença.

Imagem: Internet
A instituição Brain Tumour Research manifestou pesar em nota oficial: “Estamos profundamente entristecidos ao saber que Amy Carr morreu após sua batalha contra um tumor cerebral, aos 35 anos.”