A Espanha atropelou a Arábia Saudita e convenceu na Copa do Mundo. Comentaristas do Seleção Copa rasgaram elogios à seleção europeia, apontada como uma das favoritas ao título.
A goleada da Espanha, por 4 a 0, diante da Arábia Saudita, foi o principal destaque na edição do Seleção Copa, transmitida na madrugada de domingo para segunda-feira. O programa, apresentado por André Rizek, contou com a análise dos comentaristas Paulo Nunes, Renato Augusto e Denilson.
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Considerada uma das favoritas ao título do Mundial, a Espanha estreou com um empate sem gols contra Cabo Verde, mas se recuperou com uma grande atuação, demonstrando a força de seus principais jogadores. Paulo Nunes destacou a qualidade do banco de reservas da equipe espanhola, que também contribuiu para a vitória expressiva.
— O que fizeram foi absurdo: o controle do jogo e a qualidade técnica. Vocês repararam quando eles começaram a mudar a equipe? Entraram Merino, Nico Williams… O grupo, o time, a qualidade da Espanha é total. É uma seleção que ainda vai evoluir, por isso é favorita nessa Copa.
Renato Augusto, meio-campista da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2018, também elogiou o estilo de jogo da Espanha, que se destacou pela movimentação constante dos jogadores e pela troca intensa de passes, superando a marca de 700 passes na partida contra a Arábia Saudita.
— O centroavante sai para cruzar e a área está cheia (de jogadores espanhóis). Isso mostra que o time joga junto, ataca espaço. O ponta cruza na segunda trave e o outro ponta ataca o espaço. É um time que mostra que tem um padrão, um estilo de jogo, parece que jogam com muita tranquilidade.
Você pode gostarPatrocinado · MGIDAlém da vitória da Espanha, o empate do Uruguai em 2 a 2 contra Cabo Verde gerou discussões entre os comentaristas. A postura da Celeste de não continuar atacando após abrir o placar foi alvo de críticas.
— O fato de Cabo Verde partir para cima e pressionar não tem a ver com o comportamento do Uruguai? Essas coisas me incomodam. Você está vencendo o jogo, tem mais qualidade técnica e abre mão, começa a tocar para trás e o adversário, independentemente da grandeza, consegue ter o feeling do comportamento. Cabo Verde ganhou vida no jogo porque percebeu que o Uruguai não quis ficar com a bola. Tem uma frase nova agora: não tem mais bobo no futebol.



