A final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, marcada para este domingo, às 16h (de Brasília), promete ser um espetáculo à parte e acrescentar novos capítulos à rica história do torneio. Às vésperas da partida, destacamos, com base em dados da Fifa, algumas curiosidades que marcaram as finais anteriores e ajudam a entender a magnitude deste evento.
1. O gol mais rápido de uma final
O recorde do gol mais rápido em uma final pertence ao holandês Johan Neeskens, que marcou de pênalti após apenas 88 segundos de jogo na decisão de 1974 contra a Alemanha Ocidental. A jogada foi iniciada com uma sequência de passes da Holanda e uma arrancada de Johan Cruyff, que resultou em uma falta dentro da área.
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2. Viradas históricas
Sete seleções conseguiram vencer uma final de Copa do Mundo após estarem atrás no placar. Entre elas estão Uruguai (1930), Itália (1934), Alemanha Ocidental (1954), Brasil (1958 e 1962) e Inglaterra (1966). A última seleção a realizar essa virada foi a Alemanha Ocidental, que superou a Holanda em 1974.
3. Kylian Mbappé, o artilheiro
Kylian Mbappé se destaca como o maior artilheiro da história das finais de Copa do Mundo, com quatro gols. O atacante francês balançou as redes uma vez na decisão de 2018 e anotou três gols na final de 2022 contra a Argentina, sendo o último deles aos 118 minutos, um recorde de gol mais tardio em uma decisão.
4. Lionel Messi iguala Cafu
Cafu é o único jogador a ter participado de três finais de Copa do Mundo. O ex-lateral esteve presente nas decisões de 1994 (campeão), 1998 (vice) e 2002 (campeão). Neste domingo, Lionel Messi terá a oportunidade de igualar essa marca, disputando sua terceira final após as decisões de 2014 (vice) e 2022 (campeão).
5. Marcadores em duas finais
Cinco jogadores conseguiram marcar gols em duas finais diferentes de Copa do Mundo: Vavá, Pelé, Paul Breitner, Zinedine Zidane e Kylian Mbappé. Esses atletas se tornaram ícones na história da competição.
6. Um jogador, duas seleções
Um caso único na história das Copas é o de Luis Monti, que disputou a final de 1930 pela Argentina e, quatro anos depois, voltou a jogar a decisão, mas defendendo a Itália. Nenhum outro atleta repetiu esse feito.
7. Primeira final sem gols sofridos
Curiosamente, foram necessárias 27 finais até que uma seleção conseguisse terminar uma decisão sem sofrer gols. Esse feito ocorreu em 1990, quando a Alemanha Ocidental venceu a Argentina por 1 a 0. O goleiro Bodo Illgner, com apenas 23 anos, fez história ao ser o responsável pelo primeiro “clean sheet” das finais.



