No dia 19 de julho de 2026, o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1 ocorreu simultaneamente à final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha. O piloto argentino Franco Colapinto, da equipe Alpine, chamou a atenção no paddock de Spa-Francorchamps, onde se destacou ao usar uma camisa da seleção argentina e portar uma bandeira confeccionada por torcedores com as imagens icônicas de Lionel Messi e Diego Maradona.
Além da bandeira, Colapinto também levou um mate, bebida tradicional na Argentina, e compartilhou suas impressões ao ver a bandeira entre os torcedores. Ele descreveu o momento como “impressionante” e ressaltou a importância de exibir o símbolo nacional em uma equipe com integrantes espanhóis, afirmando que era uma “bela bandeira”.
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“O mais importante vem mais tarde”, declarou Colapinto em entrevista à ESPN, referindo-se à final da Copa do Mundo, e acrescentou que estava mais nervoso com a partida de futebol do que com a corrida de Fórmula 1.
Apesar da ansiedade pela final do Mundial, o desempenho do piloto na pista não foi prejudicado. Colapinto largou na 11ª posição, beneficiado por punições aplicadas a Lando Norris e Isack Hadjar. Durante a corrida, ele executou uma manobra dupla que o levou a ultrapassar o companheiro de equipe Pierre Gasly e o piloto neozelandês Liam Lawson, consolidando assim seus ganhos de posição no traçado belga.
Ao final da prova, Colapinto terminou em 10º lugar, garantindo um ponto para a equipe Alpine no campeonato de pilotos. Com a corrida concluída, o foco do piloto voltou-se para a final da Copa do Mundo, realizada em Nova York, onde torceu pela seleção argentina em busca do tetracampeonato.
Esse episódio ilustra a intersecção de dois grandes eventos esportivos no mesmo dia e como Colapinto conseguiu equilibrar seu compromisso na Fórmula 1 com a paixão pelo futebol argentino.

