A seleção feminina de vôlei do Brasil entra em quadra em continentes e competições diferentes nesta quarta-feira (22). O duplo compromisso está ligado ao calendário de torneios internacionais e às estratégias da comissão técnica, focadas na renovação do grupo principal que defende as cores verde e amarela.
As partidas com presença brasileira ocorrem em Macau, na China, onde são realizadas as etapas finais da Liga das Nações (VNL), e em Lima, no Peru, que recebe a Copa Sul-Americana. No torneio intercontinental, o Brasil busca um título inédito, enquanto na disputa com seleções da América do Sul está em jogo uma vaga no Campeonato Sul-Americano, que acontece em setembro no Maracanãzinho e garante presença nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028. Todas essas competições contam com transmissão do sportv2.
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O primeiro compromisso será às 8h30, em território chinês, sob o comando de José Roberto Guimarães e tendo como principais referências Júlia Bergmann e Ana Cristina. O Brasil enfrentará o Japão nas quartas de final da VNL, competição na qual as brasileiras nunca conquistaram o título desde sua criação em 2018.
Este jogo será um reencontro entre as seleções, pois Brasil e Japão se enfrentaram na terceira semana da fase classificatória, em que a seleção verde-amarela venceu por 3 sets a 1.
Mais tarde, às 15h15, o Brasil terá a Bolívia como adversária na Copa Sul-Americana. O técnico Wagão, que atua como auxiliar de Zé Roberto na seleção principal, liderará a seleção B. Nesta primeira fase, os confrontos serão contra Peru e Chile, com os dois primeiros colocados de cada grupo avançando às semifinais.
Este torneio é crucial, pois assegurará quatro vagas no pré-olímpico de setembro. A equipe brasileira, ao lado da Argentina, já tem sua vaga confirmada, sendo uma oportunidade para testar jogadoras em um ambiente competitivo.
O objetivo de rodar o elenco foi citado por Zé Roberto antes da divulgação das listas das jogadoras para os compromissos desta temporada. Ele afirmou: “A gente vai trabalhar com dois grupos: seleção A e B. A seleção B é uma grande oportunidade para essas jogadoras que estão muito próximas da seleção A poderem entrar, terem a oportunidade de participar de treinamentos e jogos, ou não. E da A também a mesma coisa. Vamos ter que correr muito para manter o nível do vôlei brasileiro onde se encontra hoje”.



