O Bahia alcançou R$ 294 milhões em receitas com negociações de jogadores desde que passou a operar como Sociedade Anônima do Futebol (SAF), em maio de 2023, quando foi adquirido pelo City Football Group.
Segundo levantamento do clube, sete atletas deixaram o elenco nesse período. O investimento total para contratá-los foi de cerca de R$ 106 milhões, o que corresponde a 36% do montante arrecadado nas vendas e representa um lucro próximo de 177%.
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Negociações realizadas
Rafael Ratão: comprado por R$ 10,4 milhões e vendido por R$ 12,7 milhões;
Tiago: formado na base, gerou R$ 32,6 milhões;
Lucho Rodríguez: adquirido por R$ 65,3 milhões e negociado por R$ 139,3 milhões — maior venda da história do futebol nordestino;
Biel: custou R$ 10,5 milhões e saiu por R$ 48 milhões;
Thaciano: comprado por R$ 1,5 milhão e vendido por R$ 32 milhões;
Everaldo: chegou sem custos e rendeu R$ 4,5 milhões;
Jhoanner Chávez: contratado por R$ 18 milhões e transferido por R$ 25 milhões.
A estratégia de vendas faz parte do processo de reestruturação financeira conduzido pela SAF, que inclui renegociação de dívidas fiscais, trabalhistas e cíveis para reduzir riscos jurídicos e aliviar o fluxo de caixa do clube.

