A expulsão do atacante Micael, de 20 anos, do São José-SP, por urinar ao lado do banco de reservas, foi um fato inusitado que ocorreu antes da partida contra o São Caetano, realizada na última segunda-feira, 20, pela Copa Paulista. Embora o episódio tenha gerado polêmica, outros jogadores também passaram por situações semelhantes durante suas carreiras.
Um dos casos mais emblemáticos foi o do atacante Ronaldo Fenômeno, que, em 23 de julho de 1996, durante sua estreia com a Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Atlanta, urinou no gramado após o Brasil sofrer um gol contra a Hungria. Naquele jogo, Ronaldo já havia marcado um gol na vitória do Brasil por 3 a 1, mas o ato não resultou em sua expulsão.
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Outro jogador que também enfrentou uma situação parecida foi o chileno Valdívia. Em 13 de abril de 2011, durante uma partida entre Palmeiras e Santo André, pela Copa do Brasil, Valdívia, aproveitando uma interrupção no jogo causada por gás lacrimogêneo, urinou na lateral do campo. Após o jogo, ele negou o ato, alegando sentir dores na coxa. No entanto, imagens da situação e o relato do atacante Kleber Gladiador, que confirmou o gesto, levantaram dúvidas sobre sua versão.
O meia Douglas, ex-jogador do Corinthians e Grêmio, também protagonizou uma cena semelhante. Em 23 de setembro de 2015, durante uma partida entre Grêmio e Fluminense, pela Copa do Brasil, Douglas urinou no gramado do Maracanã enquanto seus companheiros formavam uma roda ao seu redor.
Além disso, em abril de 2013, o jogador Mario Götze, do Borussia Dortmund, também foi flagrado urinando durante um treinamento no Estádio La Rosaleda, na Espanha. Ele disfarçou o ato jogando uma bola ao gramado antes de retornar ao treino.
Esses episódios mostram que a vontade de urinar pode levar a situações inusitadas durante partidas e treinos, e a expulsão de Micael certamente não é um caso isolado na história do futebol.



