Richard Hopkins, ex-chefe de operações da Red Bull e ex-gerente logístico da McLaren, afirmou em entrevista ao portal SportsBible que considera remota a possibilidade de Michael Schumacher voltar a aparecer em público. O heptacampeão de Fórmula 1 está longe dos holofotes desde o acidente de esqui ocorrido em 2013, nos Alpes franceses, que o deixou em coma.
“Acho que não veremos Michael novamente”, declarou Hopkins, ao comentar o estado de saúde do alemão. Ele ressaltou o desconforto em abordar o tema devido ao rígido controle de informações imposto pela família.
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Círculo restrito
Apesar de se declarar amigo de Schumacher, Hopkins explicou que não integra o grupo de pessoas autorizadas a visitá-lo. Nesse núcleo estão nomes como Jean Todt, ex-presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA); Ross Brawn, ex-chefe de equipe da Honda e fundador da Brawn GP; e Gerhard Berger, ex-piloto da McLaren.
“Não sou Jean Todt, Ross Brawn nem Gerhard Berger. Estou muito longe desse círculo íntimo”, disse. Hopkins acrescentou que, mesmo que fosse próximo de algum deles, dificilmente obteria detalhes sobre a condição do ex-piloto, pois há um pacto de confidencialidade entre os visitantes.
Questionado sobre a possibilidade de compartilhar eventuais informações, o britânico foi categórico: “Mesmo que eu soubesse, não falaria. É assim que a família quer, e acho justo respeitar”.
Michael Schumacher manteve carreira vitoriosa na Fórmula 1, com sete títulos mundiais, e completou 55 anos em 3 de janeiro de 2024. Desde o acidente, sua recuperação é conduzida em sigilo absoluto.


