Max Verstappen afirmou esperar um “ótimo desempenho” da Honda na Fórmula 1, apesar dos problemas enfrentados pela Aston Martin durante as duas primeiras semanas de testes no Bahrein. O holandês conquistou seus quatro títulos mundiais com propulsores do fabricante japonês e mantém simpatia pela antiga parceira, embora agora a considere concorrente direta.
Dificuldades na Aston Martin
A equipe de Silverstone completou cerca de 400 voltas a menos que os principais rivais na primeira semana de atividades, segundo Lance Stroll, que estimou perda de até quatro segundos por volta. Na quarta-feira, Fernando Alonso deixou a pista pela manhã por um defeito na unidade de potência e voltou a parar o carro na tarde de quinta, ainda sem causa confirmada.
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Verstappen deseja sucesso à antiga parceira
Questionado pelo Motorsport.com sobre o desempenho inicial da Honda com a Aston Martin, Verstappen respondeu: “Parece que eles estão tendo dificuldades, mas não sei exatamente o que está acontecendo. É claro que espero que tenham feito um bom trabalho”. O piloto acrescentou que prefere ver a Honda competitiva, mesmo atuando em outra escuderia.
Reestruturação na Honda
O atual programa da Honda difere do período vitorioso com a Red Bull. O presidente Koji Watanabe reconheceu que, após o anúncio de saída oficial da categoria no fim de 2021, parte da equipe foi remanejada dentro da empresa. A continuidade do fornecimento para a Red Bull até 2025 e o novo acordo com a Aston Martin a partir de 2026 exigiram reorganização e geram desafios logísticos entre as instalações de Sakura, no Japão, e Silverstone, no Reino Unido.
Red Bull cautelosa com próprio motor
Enquanto isso, a Red Bull Powertrains surpreendeu pela confiabilidade do propulsor DM01. Mesmo assim, Verstappen evitou estimar a posição da equipe: “Ainda estamos testando muitas coisas. Quarta-feira não foi um dia muito bom”, disse, mencionando problemas de refrigeração no carro de Isack Hadjar. O holandês destacou que o procedimento de largada e o uso dos combustíveis totalmente sustentáveis já estão “em ordem”, mas frisou que a prioridade agora é otimizar o conjunto carro-motor.


