Frédéric Vasseur afirmou que menosprezou o impacto psicológico causado pela decisão de não introduzir novos desenvolvimentos no carro durante a temporada da Fórmula 1.
Em declaração divulgada nesta segunda-feira (04), o dirigente reconheceu que a estratégia de manter o projeto inalterado, focando apenas em resultados de longo prazo, trouxe consequências internas que não haviam sido previstas. Segundo Vasseur, a ausência de atualizações afetou a motivação de integrantes da equipe e colocou pressão adicional sobre pilotos e engenheiros.
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“Subestimei a pressão psicológica gerada quando se decide não evoluir o carro”, admitiu o chefe de equipe, ao comentar os efeitos da opção adotada no decorrer do campeonato. Ele explicou que, mesmo quando os dados técnicos apontam para o redirecionamento de recursos para o próximo projeto, o ambiente competitivo exige sinais de progresso constantes nos circuitos.
O dirigente indicou que analisa formas de equilibrar produção de novidades aerodinâmicas e planejamento de longo prazo para evitar novos desgastes. Vasseur também ressaltou que manter a confiança do time é essencial para sustentar resultados ao longo do calendário.
Apesar das dificuldades, ele garantiu que o foco continua na preparação do carro da próxima temporada, mas reforçou a necessidade de acompanhar a evolução dos rivais e preservar o moral interno até o final do ano.


