O empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco, neste domingo (15), no Mineirão, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro de 2026, terminou em clima de tensão. Dirigentes cruz-maltinos criticaram duramente a atuação do árbitro Lucas Paulo Torezin e apontaram lances que, segundo eles, prejudicaram a equipe carioca.
Diretor chama atuação de “inaceitável”
Logo após o apito final, o diretor de futebol Admar Lopes afirmou que o trabalho de Torezin foi “completamente inaceitável”. O dirigente português destacou três lances principais:
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- Uma entrada de William, do Cruzeiro, em Tchê Tchê, que, segundo o Vasco, merecia cartão vermelho e não foi revisada pelo VAR;
- Um possível pênalti em Andrés Gómez dentro da área mineira;
- Um suposto puxão em Robert Renan durante disputa de bola, também dentro da área.
“Não é a primeira vez que esse árbitro atua de forma caseira quando nos apita fora de casa. Foi vergonhoso”, declarou Lopes.
Confronto de Pedrinho com o árbitro
No túnel de acesso aos vestiários, o presidente vascaíno Pedrinho buscou explicações diretamente com Torezin. O diálogo elevou o tom, exigindo a intervenção de seguranças do estádio. Um policial chegou a usar gás de pimenta para conter os ânimos, e a substância alcançou a área da zona mista, destinada às entrevistas.
Imagens divulgadas por torcedores registraram o momento em que Pedrinho foi contido por funcionários do clube.


Imagem: Internet
Sequência de reclamações
A diretoria reforçou que irá formalizar protesto junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Vasco soma agora cinco pontos em seis rodadas e volta a campo na próxima semana, enquanto o Cruzeiro permanece na zona de rebaixamento.
