Seis reforços caros, vaias da torcida e o 17º lugar no Brasileirão. O Vasco de Renato Gaúcho viveu um primeiro semestre de 2026 para esquecer.
O Vasco da Gama investiu mais de R$ 100 milhões na primeira janela de transferências, trazendo seis novos reforços: Johan Rojas, Alan Saldivia, Cuiabano, Brenner, Marino Hinestroza e Claudio Spinelli. No entanto, o desempenho desses jogadores no primeiro semestre de 2026 não foi o esperado, gerando descontentamento entre os torcedores.
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Desde os primeiros jogos, as vaias e cobranças por parte da torcida se tornaram frequentes, refletindo a insatisfação com a equipe. O time, sob o comando de Renato Gaúcho, terminou a primeira parte do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento, ocupando o 17º lugar com apenas 20 pontos.
O balanço dos reforços revela situações individuais de destaque. Marino Hinestroza, por exemplo, era um dos jogadores mais esperados, mas não conseguiu corresponder. Sua relação com a torcida se deteriorou, especialmente após críticas e cobranças intensas no CT. Com um custo de aproximadamente R$ 30 milhões, ele participou de 18 jogos, sendo apenas cinco como titular, e não contribuiu com gols até o momento.
“Pede para sair”, gritaram os torcedores em relação a Marino, ilustrando a pressão sobre o atleta.
Outro reforço, Brenner, também enfrenta dificuldades. Desde sua estreia, ele não conquistou a simpatia da torcida, que o vaiou devido ao alto número de chances perdidas. Apesar de ter iniciado a temporada com dois gols nos primeiros cinco jogos, passou 11 partidas sem marcar. O clube acredita que, com um trabalho durante a pausa da Copa do Mundo, ele possa reencontrar seu bom futebol.
Saldivia, o zagueiro uruguaio, também não teve um desempenho satisfatório e foi alvo de críticas, especialmente após erros que resultaram em gols adversários. Com 20 jogos disputados, ele acumula um número considerável de minutos em campo, mas sua titularidade está em risco devido às suas atuações.
Por outro lado, Spinelli, que chegou para substituir Vegetti, tem se destacado ao lado de outros artilheiros do time, marcando cinco gols em 22 jogos. No entanto, sua técnica é um ponto a ser aprimorado.
Rojas e Cuiabano, por sua vez, têm se mostrado mais consistentes. Rojas, que se firmou como titular e herdou a camisa 10, é o líder em assistências da equipe, enquanto Cuiabano teve um início promissor, mas sofreu uma lesão que o afastou por um mês. Ao retornar, apresentou um desempenho abaixo do esperado.
O Vasco agora enfrenta um momento decisivo e espera que seus reforços possam se adaptar e contribuir efetivamente na sequência da temporada.



