Sport, Náutico e Santa Cruz projetam gastar, juntos, R$ 7,5 milhões por mês em salários no Campeonato Pernambucano de 2026. O valor mantém o patamar de 2025, mas a diferença da maior para a menor folha entre os três recifenses cai de R$ 5,3 milhões para R$ 2,0 milhões, a menor disparidade desde 2023.
Sport reduz orçamento após queda
Rebaixado da Série A para a Série B, o Sport prevê enxugar sua folha de R$ 6,5 milhões para R$ 3,5 milhões mensais. O presidente eleito, Matheus Souto Maior, pretende renegociar contratos e substituir peças para adequar o clube ao novo orçamento. A receita recorrente deve encolher de R$ 183 milhões para R$ 52 milhões, podendo chegar a R$ 117 milhões caso a venda do volante Zé Lucas alcance a estimativa de R$ 65 milhões.
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Náutico dobra o investimento
O Náutico, promovido da Série C para a Série B, ampliará a folha de R$ 1,2 milhão para R$ 2,5 milhões mensais. O presidente Bruno Becker ainda negocia a cessão de 15% dos direitos do clube no Brasileirão até 2074 ao investidor estrangeiro da Liga Forte União, o que pode aumentar o orçamento para infraestrutura e reforços.
Santa Cruz eleva gasto com SAF
Com a criação da Sociedade Anônima do Futebol, o Santa Cruz saltará de R$ 800 mil para R$ 1,5 milhão mensais no Estadual. A venda de 90% das ações ao consórcio Cobra Coral Participações S/A garante receita mínima de R$ 36 milhões por temporada na Série C, bem acima dos últimos anos.
Total do Estadual chega a R$ 8 milhões
Além do Trio de Ferro, o Retrô, na Série D, planeja folha de R$ 500 mil. Assim, as quatro maiores folhas do Pernambucano de 2026 somam R$ 8,0 milhões.
