O Tribunal de Justiça Desportiva de Sergipe (TJD-SE) decidiu, em sessão realizada na última quarta-feira (4 de março), pela absolvição do mascote Diabinho, do Sergipe. O julgamento era aguardado com curiosidade devido à natureza inusitada da denúncia, que poderia afastar o animador do gramado por até 180 dias.
A Denúncia
📖 Leia Também
O mascote foi enquadrado no Artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva”.
• O Incidente: A denúncia baseou-se em relatos de provocações excessivas contra a torcida e atletas do Confiança durante o “Clássico Maior”.
• A Defesa: O árbitro da partida admitiu que a equipe de arbitragem não presenciou os fatos diretamente, tomando conhecimento apenas após o encerramento do jogo, o que enfraqueceu a base da acusação.
O Veredito
Por maioria de votos, a 1ª Comissão Disciplinar optou pela absolvição. Com essa decisão, o profissional que interpreta o Diabinho está confirmado para o jogo de ida da grande final do Campeonato Sergipano 2026, que acontece hoje, 7 de março, na Arena Batistão.
Clima de Tensão na Final
A absolvição ocorre em um momento de alta voltagem nos bastidores. Além do caso do mascote, os clubes trocaram acusações nesta semana sobre:
1. Ingressos: Divergências sobre a carga destinada aos sócios-torcedores.
2. Assédio a Atletas: O Sergipe alega que seus jogadores sofreram contatos indevidos antes da decisão, acusação que o Confiança rebateu prontamente.
A presença do Diabinho no Batistão é vista pela torcida colorada como um elemento essencial de incentivo, especialmente em um clássico decisivo.
