Depois da chegada de Gabriel Bortoleto à Sauber, a expectativa por novos brasileiros no grid da Fórmula 1 voltou a ganhar força. Sete jovens competidores, espalhados pela Fórmula 2, Fórmula 3 e F1 Academy, aparecem como os principais candidatos a dividir o paddock com o paulista nos próximos anos.
Rafael Câmara – Fórmula 2
Atual campeão da Fórmula 3, o pernambucano tem vaga garantida na Fórmula 2 em 2026 e reúne elogios de dirigentes e ex-pilotos. Mesmo assim, o vice-diretor da Ferrari, Jérôme D’Ambrosio, alerta que “o caminho ainda é longo”.
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Emerson Fittipaldi Jr. – Fórmula 2
Neto de Emerson Fittipaldi, o piloto de 18 anos estreará na F2 na próxima temporada após passagens pela Eurocup-3 e pela Fórmula Regional do Oriente Médio. O salto direto da F4 para a F2 é visto pelo próprio competidor como “uma grande curva de aprendizado”.
Felipe Drugovich – Fórmula E
Campeão da F2 em 2022 e reserva da Aston Martin, o paranaense competirá pela Andretti na Fórmula E em 2026. Apesar da mudança para os carros elétricos, continua apontado como nome forte para a F1, após já ter participado de treinos livres pela equipe inglesa.
Fefo Barrichello – Fórmula 3
Filho caçula de Rubens Barrichello, Fefo, 20 anos, correrá pela AIX Racing na F3 em 2026. O paulista estreou nos monopostos em 2022, na F4 Brasil, onde conquistou duas vitórias.
Pedro Clerot – Fórmula 3
Campeão da F4 Brasil em 2022, o brasiliense integrará o grid da F3 na temporada 2026 pela Rodin, após experiência na Fórmula Regional Europeia.
Rafaela Ferreira – F1 Academy
Primeira mulher a vencer uma prova da F4 Brasil, a catarinense disputará a F1 Academy em 2025 com o apoio da Racing Bulls, iniciativa que considera decisiva para transformar “sonhos em realidade”.
Aurelia Nobels – F1 Academy
Vencedora do programa FIA Girls On Track e integrante da Academia Ferrari, Aurelia fará a segunda temporada na F1 Academy em 2026. Na classificação atual, ocupa o 13º lugar, com 10 pontos, cinco a menos que Rafaela Ferreira.
Os sete nomes formam a linha de frente brasileira nas categorias de base e mantêm viva a esperança de novas bandeiras verde-amarelas na Fórmula 1.


