O atacante Rossi, camisa 77 do Paysandu, ingressou com ação trabalhista contra o clube bicolor alegando atraso de salários e outras obrigações contratuais. O jogador pede indenização de R$ 5.148.706,67 e obteve decisão liminar da 16ª Vara do Trabalho de Belém que reconhece a rescisão indireta do vínculo.
De acordo com o processo, o Paysandu deixou de depositar o FGTS entre julho e outubro de 2025. Também não foram quitados os direitos de imagem – estipulados em R$ 175 mil – referentes a agosto, setembro e outubro, além do salário de novembro e da primeira parcela do 13º salário.
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Rossi afirma ainda que foi afastado das atividades de treino durante a crise financeira enfrentada pelo clube, o que, segundo a defesa, agravou o prejuízo profissional do atleta e impediu sua transferência para outra equipe.
O caso de Rossi não é isolado. Recentemente, o volante Leandro Vilela conseguiu rescisão indireta pelo mesmo motivo e acertou com o Náutico.
Com a nova ação, o Paysandu amplia a lista de dívidas trabalhistas em um ano marcado por dificuldades dentro e fora de campo.

